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2 de setembro de 2016

Iniciativa estimula sociedade a apadrinhar crianças e adolescentes das casas de acolhimento

Diversas crianças e adolescentes que tiveram algum direito violado dentro do ambiente familiar acabam indo parar nas casas de acolhimento. Nas instituições, meninas e meninos recebem acompanhamento de profissionais e passam a viver como se fosse a própria casa.


Mas alguns desses jovens acabam atingindo a maioridade sem retomar o convívio com a família de origem ou se integrar a um núcleo familiar substituto, através da adoção. No entanto, iniciativas postas em prática pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) possibilitam aos jovens acolhidos construir laços de afinidade e afetividade com pessoas externas ao ambiente da instituição acolhedora.

Na cidade de Olinda, por exemplo, funciona o programa Anjos de Olinda. Coordenado pela Vara da Infância e Juventude, o trabalho está proporcionando aos jovens que vivem em instituições de acolhimento uma oportunidade de serem apadrinhados por outras famílias. A iniciativa atua com três linhas de ação. Uma delas se refere ao apadrinhamento afetivo, onde o padrinho acompanha o afilhado durante visitas, passeios e eventos festivos.

Para aderir ao programa, em Olinda, e permitir que os jovens acolhidos possam se integrar na sociedade, os interessados devem comparecer ao Departamento da Equipe Interprofissional no Fórum Lourenço José Ribeiro, na Vila Popular, Olinda. O atendimento acontece de segunda a sexta, das 12 às 18h. Outras informações pelos fones: 3182.2681/2682.

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