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17 de maio de 2017

Prefeitura do Paulista realiza curso sobre criação artesanal de abelhas sem ferrão

Com o objetivo de capacitar às pessoas para iniciar e fortalecer a criação de abelhas como fonte de renda e conservação da biodiversidade, a Prefeitura do Paulista, através da Secretaria de Meio Ambiente, iniciou, nesta quarta-feira (17.05), o curso de Introdução à Meliponicultura – criação artesanal de abelhas sem ferrão (abelhas nativas). A inciativa contou com a parceria da Estação Ecológica de Caetés/ CPRH e a Associação Pernambucana de Apicultores e Meliponicultores (Apime). 


A capacitação aconteceu na sede da Estação Ecológica de Caetés, que fica na Rodovia PE- 18, em Caetés, e contou a participação de produtores rurais, agricultores, técnicos de unidades de conservação, ambientalistas, técnicos da Prefeitura do Paulista e CPRH e público em geral. 

O agricultor Júlio Bento de Rodrigues, 68 anos, aproveitou a oportunidade para incrementar o seu negócio. “O que vou aprender aqui vou colocar em prática. O cultivo das abelhas vai trazer benefícios para minha plantação porque lugar que se tem abelha não se usa agrotóxico. Automaticamente vou receber selo de qualidade”, pontuou. 

De acordo com o engenheiro agrônomo Thiago Melo, que ministrou a aula, a ideia é desmitificar a ideia de que as abelhas são nocivas para as pessoas. “A abelha é muito útil para preservação do ecossistema. O objetivo é que através da capacitação os alunos aprendam sobre a sua importância ambiental, econômica e sociocultural. O que buscamos é a preservação da espécie”, enfatizou. 

“ A nossa ideia é que a capacitação ofereça mais uma renda extra para os produtores rurais. O cultivo das abelhas nativas melhora a produção de alimentos na horta e no pomar e garante a biodiversidade da espécie”, disse Murilo Chagas, diretor de Unidade de Conservação da Secretaria de Meio Ambiente. 

O segundo módulo do curso de Introdução à Meliponicultura está previsto para acontecer no final do mês de junho. A realização da capacitação ainda conta com o apoio do Instituto Agronômico de Pernambuco e do Conselho Gestor de Caetés.

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