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28 de agosto de 2017

Projeto Abraçando a Escola beneficia alunos da rede municipal de ensino do Paulista

Em parceria com o Ministério Público de Pernambuco, a Secretaria de Educação do Paulista está levando para as unidades de ensino do município o projeto Abraçando a Escola. A iniciativa tem como objetivo trabalhar um recorte de direitos humanos trazendo assuntos que as escolas precisam trabalhar com os alunos nas salas de aula, tendo o auxílio também de práticas dentro das disciplinas. Bullying, homofobia, racismo, intolerância religiosa e questões de gênero são temas das discussões. Os alunos do 6º ao 9º ano da Escola Municipal Rosa Amélia, no bairro do Janga, foram contemplados com a visita do projeto na tarde desta segunda-feira (28.08).

Na ocasião, o promotor de Justiça de Pernambuco, Aguinaldo Fenelon, conduziu a conversa com os estudantes no pátio da escola e falou sobre a necessidade da honestidade para a formação de bons cidadãos. Segundo ele, o ato desonesto, infelizmente, já começa a ser praticado muito cedo, em ocasiões corriqueiras e pequenas no dia-a-dia das crianças, dentro ou fora das unidades de ensino. Aguinaldo também destacou a importância de anular a corrupção, adotando práticas honestas.

A gestora da Escola Rosa Amélia, Rosângela Oliveira, acredita que as palavras proferidas nesta tarde irão trazer muito valor para o cotidiano dos alunos, que estavam atentos a toda interação promovida no encontro. “Este é um momento ímpar. Precisamos valorizar cada vez mais a educação, porque é através dela que nossos alunos poderão guiar suas vidas. É um conselho que damos a eles todos os dias. Iremos dar continuidade a este projeto, junto aos nossos professores, nas salas de aulas”, comentou.

O coordenador de Ensino Fundamental Anos Finais (6º ao 9º ano), da Secretaria de Educação do Paulista, Inaldo Ferreira, acredita na importância do projeto para que haja espaços maiores nas discussões de assuntos que são tidos como tabus, mas que acontecem com bastante frequência no ambiente escolar. “Muitas vezes os alunos não levam a sério esses temas que foram trabalhados aqui. Sabemos que esse tipo de atividade pode influenciar positivamente numa nova forma de pensar e agir. Queremos manter um canal de comunicação permanente de diálogo com os estudantes para que eles consigam entender e se expressar melhor”, frisou.

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