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15 de dezembro de 2017

Paulista realiza premiação do Maria da Penha vai à Escola para escolas do município

"Pude aprender a importância de não bater nas mulheres através deste programa e levar esse ensinamento para dentro da minha casa”, relatou o estudante Matheus Rui, vencedor do terceiro lugar na categoria Redação, da Escola Professor Salvador Dimech, no Janga, na premiação do Maria da Penha Vai à Escola. O evento aconteceu na manhã desta sexta-feira (15.12), no auditório da Faculdade Joaquim Nabuco, Centro.

O prêmio Maria da Penha vai à Escola está na sua segunda edição. Entre os 106 trabalhos selecionados durante o ano, nesta solenidade final, sete escolas municipais participaram. No evento, os estudantes realizaram apresentações de jogral, peças teatrais, paródia e dança popular. Entre as categorias premiadas estão: redação, artigo e apresentações culturais envolta do tema da violência contra a mulher. Esse projeto pioneiro na rede de ensino municipal serviu de exemplo para cidades vizinhas.

“O objetivo final é que possamos transformar em multiplicadores, os gestores de ensino, os pais das crianças e os jovens e adultos da rede. Temos o balanço positivo este ano e esperamos que no ano que vem o programa avance ainda mais, pois vamos lançar o Maria da Penha vai a saúde. Essa atividade que foi tão exitosa na Educação, foi solicitada também na saúde do município”, comentou Bianca Pinho Alves, secretária-executiva de Politicas Públicas para as Mulheres do Paulista. 

Para a Gestora, Cíntia Albânia de Souza, da Escola Professor Salvador Dimech, o projeto vem ajudando os estudantes a terem a consciência da não violência contra a mulher. “A escola é parte fundamental na mudança e conscientização das crianças. Por isso precisamos ensinar a eles sobre a valorização da mulher, a não violência. A partir de agora, até eles ficarem velhinhos, vão ter a consciência disto”, concluiu.

Legislação – O prêmio Maria da Penha vai à Escola iniciou como campanha, passou a ser projeto e por fim foi instituído por Lei como prêmio municipal pelo prefeito Junior Matuto. Isso significa que as futuras administrações municipais não poderão desconstituir a ação.

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