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23 de janeiro de 2018

De olho no início do ano letivo, merendeiras da rede municipal passam por capacitação em Paulista

A Diretoria de Alimentação da Secretaria de Educação do Paulista realizou, nesta terça-feira (22), uma capacitação para mais de 100 merendeiras do município. As profissionais assistiram a uma palestra sobre a importância do uso de Equipamento de Proteção Individual (EPI) no ambiente de trabalho, e também sobre relacionamento interpessoal no ambiente escolar. O evento aconteceu no Centro de Formação de Professores, no bairro da Aurora.


A ação, que proporcionou um clima de boas vindas às merendeiras, também serviu para traçar metas a fim de melhorar os serviços realizados por elas no novo ano letivo. A equipe de Gerenciamento de Alimentação Escolar do município ofereceu um tratamento humanizado para elas, tentando compreender alguns pontos que podem ser melhorados. Além de lembrar a importância de uma boa higiene e da boa postura para o atendimento aos alunos.

Na ocasião também foi lançado o projeto Merendeiras Nota 10, que vai avaliar o rendimento profissional, organização, sabor do alimento, fardamento e cardápio das trabalhadoras. O conselho escolar vai decidir junto à Diretoria de Alimentação, e a 5R (empresa terceirizada responsável pelas profissionais), através de um sistema de avaliação para identificar as profissionais que mais se destacarem.

A merendeira, Maria Mirian Caetano, atua na rede municipal há 10 anos e comenta o valor significativo desses encontros proporcionados à equipe. “Esse tipo de reunião ajuda bastante, principalmente para aquelas pessoas que não trabalham com ânimo, muitas vezes por motivos pessoais. Facilita de forma geral o trabalho em equipe, gerando uma boa convivência, por consequência conseguimos melhorar a produção”, afirmou a funcionária da Escola Municipal Miguel Arraes de Alencar.

A gerente de Nutrição da rede municipal de ensino, Ana Patrícia Lima, justifica a importância de reunir e valorizar estas profissionais da alimentação. “É uma tentativa de sanar as dificuldades que se apresentam no dia-a-dia para as trabalhadoras. Através destas reuniões conseguimos ouvir as merendeiras e identificar soluções para melhorar o atendimento aos estudantes. Além de passar mais conhecimento técnico, através da formação que também é realizada nesses encontros”, concluiu.

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