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28 de março de 2018

Laura Gomes manifesta preocupação com intolerância no Brasil

A intolerância e o uso da violência como armas políticas foram alvo de preocupação da deputada Laura Gomes (PSD), no Pequeno Expediente desta terça (27). Para a parlamentar, ataques contra participantes de atos políticos e o processo de militarização do enfrentamento à violência no Rio de Janeiro formam um quadro “assustador” para o País.


“O assassinato da vereadora Marielle Franco e as agressões praticadas nas manifestações da caravana do ex-presidente Lula vão se somando ao aumento da mortalidade de policiais e civis, ligados ou não ao tráfico de drogas, no Rio de Janeiro. É um processo assustador que ameaça o futuro dos nossos filhos e netos”, avaliou a parlamentar. “Estamos deixando para trás o Brasil alegre e cheio de simpatia para assumir uma fisionomia carrancuda e ameaçadora do poder sem freio da grosseria exibida nas redes sociais”, declarou.

Para combater a possibilidade de que “o Brasil se direcione à barbárie”, a deputada defendeu o papel de liderança dos membros do Legislativo. “Não devemos querer silenciar pessoas ou proibir isto ou aquilo, até porque seria algo antidemocrático, mas tomar o partido de um Brasil humanizado. Ou então vamos aceitar calados e omissos o avanço do egoísmo intolerante e autoritário”, considerou Laura Gomes.

Repúdio – No discurso, Laura Gomes também relembrou o fato de uma professora com síndrome de Down ter sido ridicularizada pela desembargadora Marília Castro Neves, do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro. Durante a Ordem do Dia de hoje, foi aprovado o Voto de Protesto proposto pela deputada contra a magistrada.

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