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11 de maio de 2019

Projeto pioneiro mapeia situação das árvores existentes no Paulista

Profissionais que atuam na Secretaria Executiva de Meio Ambiente (SEMA) do Paulista estão desenvolvendo um trabalho pioneiro no município através do projeto “Arbora”. A iniciativa consiste na elaboração de um mapeamento detalhado sobre a situação das árvores existentes em diversos locais da cidade. O ponta pé inicial da ação ocorreu na Praça Emílio Russel, no bairro de Maranguape I.

No local, o grupo do Núcleo de Sustentabilidade Urbana (NSU) do município realizou um levantamento de informações importantes sobre as espécies encontradas, como nome, altura, tamanho do diâmetro, se a árvore é nativa ou exótica, se foi plantada em espaço adequado, e até se representa algum tipo de risco de tombamento.

Desta forma está sendo possível catalogar, quantificar e avaliar a situação fitossanitária (sanidade da planta) das espécies para adotar as medidas necessárias à preservação e ampliação das áreas verdes na cidade. Apenas em Maranguape I, aproximadamente 80 árvores foram contabilizadas, sendo mais de 10 tipos diferentes de espécies.

“Esse é um trabalho que começou por uma praça, mas vai contemplar também corredores, prédios públicos, entre outros locais da cidade. É uma ação muito importante e que faz parte do Plano Municipal de Arborização”, destacou Tiago de Oliveira, engenheiro florestal e que atua como analista ambiental da SEMA. O profissional desenvolve o trabalho em parceria com Jocelane Cavalcanti, que é técnica agrícola e engenheira agrônoma, e atua na função de técnica ambiental.

A coordenadora do NSU, Bruna Maldonado, que faz parte do grupo de trabalho, disse a chegada dos novos servidores concursados possibilitou a realização desse trabalho de campo. “Já tínhamos a intenção de fazer esse mapeamento, mas com a chegada dos servidores concursados em nossa secretaria o processo acelerou. Hoje contamos com profissionais muito qualificados que estão somando bastante por conta do conhecimento técnico-científico. Afinal, esse trabalho que estamos fazendo requer muita bagagem”, destacou a engenharia agrônoma.

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