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17 de julho de 2019

Merendeiras da rede de ensino passam por formação no Paulista

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As merendeiras que atuam nas escolas da rede de ensino do Paulista tiveram a oportunidade de aprimorar os conhecimentos nesta quarta-feira (17.07). Ao todo, 120 profissionais assistiram a uma palestra sobre questões como higiene pessoal, elaboração do cardápio, tratamento humanizado, manipulação, conservação e contaminação dos alimentos. A formação, que foi conduzida por Hilário Damázio, nutricionista da Secretaria Estadual de Educação, ocorreu no auditório da Secretaria Municipal de Saúde, em Maranguape I. 

Os tópicos abordados durante a formação visam garantir a segurança no processamento e manuseio dos alimentos realizados pelas merendeiras dentro de um ambiente escolar. 

De acordo com o palestrante, uma alimentação balanceada reflete na melhoria do aprendizado. “Uma criança bem alimentada terá mais disposição para estudar. Ela consegue pensar melhor e se desenvolver cognitivamente”, defendeu o nutricionista Hilário Damázio. 

A merendeira, Edjane de Santana, atua na rede municipal há 14 anos e comenta o valor significativo desses encontros proporcionados à equipe. “Acho a formação muito importante porque aprender nunca é demais. Cada vez mais estamos nos aperfeiçoando e vamos colocar em prática. Muitos alunos vão à escola sem tomar o café da manhã e a merenda é a primeira refeição deles. Então a nossa função é fazer o melhor para que os alunos fiquem satisfeitos e tenham vontade de estudar”, destacou. 

“O que buscamos salientar através das capacitações é que as merendeiras desempenham um trabalho de muita responsabilidade. São profissionais responsáveis pela distribuição da alimentação dos nossos 19 mil alunos. Então, a capacitação serve para promover a qualidade de vida e melhorar o aprendizado desses estudantes”, enfatizou o secretário de Educação do município Carlos Júnior. 

A gerente de Alimentação da rede municipal de ensino, Ana Patrícia Lima, disse que a capacitação contribui para melhorar a qualidade tanto das profissionais quanto da merenda servida nas escolas. “Através destas reuniões conseguimos ouvir as merendeiras e identificar soluções para melhorar o atendimento aos estudantes. Nós trabalhamos a humanização da relação das merendeiras com os alunos em relação à oferta desse alimento. A gente sabe que muitos alunos não se alimentam bem em casa e a merenda é muito importante para eles”, argumentou.

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