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24 de janeiro de 2020

O povo vai comparar', diz Júnior Matuto sobre eleição em Paulista

O prefeito do Paulista Junior Matuto (PSB), que tenta fazer o sucessor após dois mandatos no comando do município, em entrevista à Rádio Folha (FM 96,7), nesta sexta-feira (24), comentou sobre as articulações no município, o cenário eleitoral local, o balanço de sua gestão e as perspectivas para o futuro.


"Nós vamos continuar na mesma estratégia de sempre. Ir para a luta e encarar a realidade. Paulista não está às mil marivilhas, mas vamos fazer comparativos do que fizemso na cidade nesses 7 anos. E aí a população vai começar a avaliar", disse, lembrando que apesar da dificuldade financeira do município, conseguiu entregar obras importantes, a exemplo da duplicação e iluminação da PE-01 e da ponte do Janga, do mercado público de Paratibe, entre outras.

"Apresentando números e não faz de conta. O povo vai comparar. Vai ter todo tipo de conversa e de promessa e as pessoas vão avaliar. Paulista não está esperando o salvador da pátria, mas sim a proposta de alguém que olhe no olho das pessoa e discuta a realidade. Junior Matuto lamentou, ainda, o défict trazido pela Previdência no município, que custou R$ 40 milhões em 2018 e deve superar os R$ 60 milhões este ano. "Imagina esse dinheiro sendo investido, dava para fazer obras nos quatro cantos da cidade. Estamos cortando na carne. Tirando de algumas coisas e priorizando outras", afirmou.

Sobre a possibilidade da oposição ao seu governo fazer um comparativo entre gestões, Matuto demonstrou confiança. "Se for pra esse lado aí, acredito que a gente mata essa eleição no primeiro turno. Porque contra fatos, obras e númertos não há argumento. Que falem mal de mim, mas falem", comentou.

Sobre a relação com o partido e com o Governo do Estado, Matuto disse que continuará sendo cordial. "Eu acredito e confio no governador, mesmo eu sendo um militante rebelde do PSB, nunca me deram uma missão para eu não cumprir. Levantamos a bandeira do governador e fizemos parceria". Sobre os próximos passos depois que deixar a prefeitura, ele preferiu não antecipar antes de uma conversa com o PSB. "Vou chegar para o governador e para os dirigentes partidádios e dizer que agora estou sem mantato e quero saber se o partido tem uma missão pra mim", disse.

Na entrevista ele ainda comentou sobre a polêmica em torno do destrato com a empresa de coleta de lixo na cidade, sobre aliados que passaram ser adversários, entre outros assuntos.

Fonte/ Blog da Folha de Pernambuco

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