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11 de fevereiro de 2020

Redes Sociais

As redes sociais vieram pra ficar, fazem parte do cotidiano e já existem gerações que nasceram sob essa nova dinâmica do digital. São notórias as alterações na publicidade, nas técnicas de venda, no marketing, nos diversos serviços, nas relações humanas e na própria política.Sempre é bom lembrar: Os dois últimos presidentes dos EUA, da nação mais poderosa do planeta, elegeram-se fazendo uso estratégico das redes sociais, da mesma forma que o atual presidente do Brasil e dezenas de parlamentares na última eleição nacional. Partidos e políticos que não se adaptarem ao que está posto terão dificuldade de expor aos eleitores suas propostas, opiniões e ações. 

Um partido que já definiu seu candidato larga com uma imensa vantagem diante dos que estão presos aos prazos e procedimentos do passado. Hoje a primeira tela não é a TV. A primeira tela é o celular. Antes, nas capitais e grandes cidades, estratégias de marketing eram criadas para atender a um calendário de ações e prazos eleitorais que culminavam no guia de rádio e TV. Agora é diferente.

As redes sociais possibilitam um contato direto com eleitores. Quem larga na frente, ou seja, quem conta com uma decisão partidária,mesmo não oficial, sobre sua pré-candidatura, quem monta sua equipe de comunicação política, quem faz uso das técnicas de marketing político digital, independente do tamanho da cidade, tem o tempo necessário para construir sua narrativa, segmentar e montar banco de dados. 

Aqueles que estão presos à dinâmica política e eleitoral do passado, se não acordarem, poderão ser fulminados pela lógica de procedimentos, condutas e prazos que são colocados pelas redes sociais. 

O tempo urge! 

Wladimir Quirino é Consultor Político, especialista em Marketing Político e Eleitoral com foco no digital. Como consultor já atuou em diversas campanhas eleitorais pelo país.

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