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8 de outubro de 2020

Famílias do Habitacional Nossa Prata conquistam documentação definitiva das moradias


A doméstica Sueli Santos da Silva, 42 anos, acordou cedo nesta quinta-feira (08.10) para realizar um sonho. Moradora do Habitacional Nossa Prata, na comunidade de Maranguape II, ela conseguiu a tão esperada documentação definitiva do imóvel onde reside há três anos. A conquista, que ocorreu numa rápida solenidade no Espaço Eurídice, no bairro da Alameda Paulista, foi fruto de uma parceria envolvendo a Prefeitura do Paulista, do Governo Federal, Governo Estadual e a ONG Habitat. 

“Esperei por muitos anos ter a minha casa própria. Depois que consegui, minha vida mudou. Mas pra ficar melhor só faltava a documentação. Hoje eu posso dizer que realizei um sonho e minha casa será pra sempre da minha família”, disse a doméstica emocionada. Assim como dona Sueli outras 196 pessoas que já residem na etapa quatro (IV) do Nossa Prata assinaram a documentação definitiva das moradias.

O prefeito Junior Matuto marcou presença no evento e parabenizou os moradores pela conquista. “Esse ato aqui representa a liberdade de muita gente que ao longo dos anos batalhou pela casa própria. Hoje cada um passa a colocar em prática o que é de fato se tornar de direito. A legalização da casa de vocês é mais ou menos como se cada um já dirigisse, mas ainda não tivesse a habilitação. Então esse ato aqui é muito importante na vida de vocês”, destacou o gestor municipal.

O Conjunto Habitacional Nossa Prata foi erguido num terreno que pertence ao município. Dividido em sete etapas, o empreendimento contempla aproximadamente 1.500 beneficiários com a casa própria. A iniciativa faz parte do programa “Minha Casa, Minha Vida” na modalidade Entidades. “Essa solenidade marca também o processo que chamamos de concessão de direito real de uso, ou seja, quando a prefeitura cede o terreno oficialmente para o beneficiário”, explicou Ronaldo Coelho, assessor Jurídico da ONG Habitat.

Presente ao evento, o secretário de Desenvolvimento Urbano, Habitação e Meio Ambiente do Paulista, Luiz Eduardo de Souza, fez questão de enaltecer todo o trabalho que foi feito pela equipe técnica da pasta até chegar à solenidade.

“Quando assumimos a secretaria, o grande dilema era que 70% das moradias da cidade não possuíam documentação registrada em cartório. Diante disso, criamos um projeto para regularizar o terreno que a pessoa já mora sem nenhum custo para ele. Infelizmente quando a casa não é legalizada o morador sempre vive com medo de perder o imóvel. E hoje com esse projeto o dono da casa fica tranquilo porque o imóvel que ele já reside será sempre dele e de sua família”, destacou o secretário.

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